Brasília - DF, domingo, 5 de setembro de 2010
E-mail: @bsblider.com.br | Senha:
Este site foi exibido 68721 vezes
:: Pesquisa
Google


 

:: internet pirata da cadeia

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

 

               Bando vendia sinais internet pirata

A Polícia Federal prendeu, ontem, três homens que atuavam em Sobradinho e Planaltina praticando atividades clandestinas de internert via radio. Eles compravam linhas de telefone com adsl (internet) de duas empresas e revendiam o sinal por preços que variavam de R$ 30 a R$ 80 por mês. O grupo tinha 380 clientes.

Bruno Alves 23 anos, André Vasconcelos, 27, e uma terceira pessoa, que pode ser menor, foram flagrados pela segunda vez cometendo este tipo de atividade ilegal. Em 2008, eles foram presos pelo mesmo motivo. Os acusados estão na carceragem da Superintendência da PF e podem ser condenados a penas de dois a quatro anos. Antenas e transmissores foram apreendidos e encaminhados à Anatel.

 

Publicado em: 26/10/2009

19 Outubro 2009

POLÍCIA FEDERAL FECHA "INTERNET PIRATA"

 
Os olhos do aposentado Sr. Carlos 79 anos, encheram-se de lágrimas quando ele sentou em frente ao computador e viu a internet não funcionar. "Hoje não vou poder falar com minha neta, que mora na Europa. Falo com ela todos os dias. Ela é tudo para mim", disse. Sr. Carlos é morador da asa norte, um dos cerca de 200 condomínios do Distrito Federal atendidos pela , empresa especializada em fornecer sinal de "internet banda larga condominial". A Polícia Federal (PF) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) acusam a firma de fazer pirataria e, por isso, apreendeu os equipamentos usados nas transmissões, ontem de manhã. Pelo menos 2 mil pessoas ficaram no prejuízo, desconectadas com a rede mundial de computadores.

"É um caso de internet pirata, o primeiro que a PF desmonta no Brasil", disse o delegado federal. Ivo Buquer, da Delegacia de Polícia Fazendeira. Segundo ele, pelo menos quatro empresas brasilienses cometem o mesmo golpe (veja ilustração). "Vamos desmontá-las também. Estamos esperando apenas a Anatel confirmar oficialmente que elas não possuem licença", acrescentou Buquer. Ele explicou que a operação realizada pela Empresa só pode ocorrer com autorização especial da Anatel.

 

 

Segundo o delegado, as investigações começaram há sete meses, depois que um cliente registrou reclamação contra a Empresa - o sinal gerado pela empresa costumava ter problemas. A Anatel, por sua vez, verificou que a Empresa não possuía licença e acionou a PF. De acordo com o delegado, os responsáveis pela empresa cometeram dois crimes: estelionato, com pena de 1 a 5 anos de prisão, e fraude à Lei Geral de Telecomunicação, que tem pena de 2 a 4 anos de detenção.

 

Donos

 

 

Ninguém foi preso durante a operação de ontem. Como a empresa passa por um processo de transferência, não foi possível identificar o proprietário. A PF vai pedir informações à Junta Comercial do DF para poder responsabilizar alguém. Segundo o delegado, os oito funcionários presentes quando os policiais chegaram ao local, na SCS, disseram que o proprietário se chama Xavier, um engenheiro em telecomunicações.

 

O Correio esteve na no local, mas a empresa estava fechada. Telefonemas também não foram atendidos. Em nota não assinada publicada em seu sítio eletrônico, aEmpresa reconhece não possuir licença e chama de "equivocada" a ação da polícia e da Anatel. "A única licença que não possuímos é a da Anatel, que já foi solicitada e tem registro de entrada no dia 24 de agosto de 2009. Portanto, a demora está sendo por conta da própria", diz o texto. A Empresa ainda garante que o serviço será restabelecido em 48 horas, por meio de mandado de segurança.

 

A Anatel explicou, por meio da assessoria de comunicação, que a empresa não poderia operar, em hipótese alguma, sem autorização. Até porque não existem garantias de que o Ministérios das Comunicações concederá a concessão. Os preços cobrados pela Empresa , segundo a agência, são mais baratos porque ela não têm custos com impostos e taxas. "Para usar as freqüências de rádio, só por meio das concessões. Fazer isso sem autorização é pirataria. A empresa funcionava como rádio pirata", acrescentou Buquer.

 

Barato que custa caro

 

 

A saudade da neta, criada como filha desde os 7 anos, levou o aposentado Carlos Mesquita, 79, a trocar o antigo provedor pela Empresa. A neta, a arquiteta Marcela Furtado, 29 anos, mudou-se para o outro lado do mundo há três anos, após se casar. A saída mais barata para falar com ela foi a internet. Mesmo assim, a conversa diária saía cara. Quando a Empresa ofereceu o serviço por R$ 38 ao mês.

 
Segundo o aposentado, as outras empresas cobravam entre R$ 85 e R$ 130 por mês. A síndica do prédio, D. Ana Batista, 59, afirmou que os moradores sentem-se todos lesados. "A gente fez o contrato acreditando que o serviço era bom. Confiamos neles." Para evitar problemas assim, a Anatel recomenda conferir a lista das empresas autorizadas no site www.anatel.gov.br. (LB)

 

 

 

Prática de crime

Quando o indivíduo distribui Internet sem autorização, da Anatel ou mesmo da companhia telefônica ele está praticando crime por desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicações. (Lei 9.472/1997) e o cliente praticando crime baseado pela mesma lei no artigo 183:

Art. 183: Desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicação:
Pena: detenção de dois a quatro anos, aumentada da metade se houver dano a terceiro, e multa de R.000,00 (dez mil reais).
Parágrafo único: Incorre na mesma pena quem, direta ou indiretamente, concorrer para o crime.

Art. 184: São efeitos da condenação penal transitada em julgado:
I - tornar certa a obrigação de indenizar o dano causado pelo crime;
II - a perda, em favor da Agência, ressalvado o direito do lesado ou de terceiros de boa-fé, dos bens empregados na atividade clandestina, sem prejuízo de sua apreensão cautelar.
Parágrafo único: Considera-se clandestina a atividade desenvolvida sem a competente concessão, permissão ou autorização de serviço, de uso de radiofrequência e de exploração de satélite

Na mídia

PF fecha empresa de internet clandestina em Aracajú

O DIA Online - Polícia estoura central clandestina de distribuição de sinal de internet 

G1 - Polícia reprime venda ilegal de sinal de internet

 

 

 

 

 
 
 

 

Design by:

www.zeballos.com.br

© 2007 BSB Líder - Todos os Direitos Reservados.

Ed. Lions  sala 104  Quadra 06 Sobradinho-DF (61) 3591=2525